Ruby #5 – Métodos, entendendo o que acontece

2009/09/06 | por renato | 0 comentários  comment

Se objetos (como strings, inteiros e floats) são os substantivos na linguagem Ruby, os métodos são como os verbos. E, ao contrário do Português (em que há sujeitos indefinidos e outras construções esotéricas), você não pode ter um verbo sem um substantivo para executar o verbo. Mas mesmo o Português trata a ausência de um substantivo como exceção: por exemplo, contar o tempo não é algo que simplesmente acontece; um relógio (ou cronômetro, ou algo parecido) deve fazê-lo. Em Português diríamos: “O relógio conta o tempo”. Em Ruby dizemos relogio.tiquetaque (presumindo que relogio é um objeto Ruby, claro). Programadores podem dizer que estamos “chamando o método tiquetaque do relogio,” ou que “chamamos tiquetaque no relogio.”
tirado da tradução do “learn to program”

Ou seja, métodos são coisas que fazem coisas, mas fazem coisas em objetos. Um método por si só não faz nada, afinal ele é um “método” de fazer algo, este algo no Ruby é um objeto.

A relação de método e objeto é como uma simbiose, andam juntos e ambos se beneficiam.

Já vimos que para usar determinados métodos usa-se um ponto (.) entre o objeto a ser manipulado e o método que vai manipulá-lo, então sempre temos objeto.método.

Ex.: Em 171.to_s para converter um inteiro em string, 171 é nosso objeto e .to_s é nosso método.

O que não sabemos de início, é que alguns métodos estão implícitos, como nos métodos aritméticos:
metodos_implicitos1

O resultado é o mesmo:
metodos_implicitos2

Para não precisarmos digitar o ponto toda vez que usamos um método, alguns já estão implicitos, isto facilita a escrita do código e também a leitura do mesmo, que fica mais limpo.

Categoria: Ruby
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